segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Clarita, 15 anos de Alzheimer

Após assistir ao vídeo sobre o poeta sem palavras, a Suellen (do Blá de Bebê) me recomendou o documentário Clarita, que concorre ao Prêmio Porta Curtas da Petrobrás. A narradora - e diretora - Thereza Jessouroun intercala excelentes dramatizações da atriz Laura Cardoso com cenas reais de sua mãe, e tece um retrato profundamente poético da doença. 



Como a morte, o Alzheimer também faz parte da lista dos males (ainda) irremediáveis. Seguimos na esperança que o primeiro homem se restabeleça da doença e volte para nos contar o que, por enquanto, só supomos.

Um comentário:

  1. Havia esquecido o quão boa é a interpretação da Laura Cardoso.
    O Alzheimer é o recrudescimento da vida, como se fossemos voltando a sermos bebês... Fico pensando em até que ponto essas doenças degenerativas são, na verdade, o término normal da vida, o envelhecer, quando não somos acometidos por alguma doença súbita. Apesar dos remédios paliativos, não há cura e como você espero que haja.
    O Michael J Fox é um militante dessa causa e já o vi argumentando que nenhum laboratório curaria o Alzheimer uma vez que vender continuamente paliativos é mais lucrativo. E se pensamos em outras curas, isso também faz sentido. Triste.

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